Com a proximidade das festividades carnavalescas, os trios elétricos tornam-se protagonistas nas ruas de todo o país. No entanto, a operação desses gigantes do som envolve uma série de complexidades técnicas e exigências jurídicas que vão muito além da música.
Perder uma saída ou errar o trajeto em uma rodovia é uma situação comum, mas a reação do condutor nesses segundos de dúvida pode ser a diferença entre um pequeno atraso e um sinistro de grandes proporções.
Durante uma fiscalização, surge com frequência a dúvida: o condutor possui a prerrogativa de recusar o teste do etilômetro e, em contrapartida, solicitar a realização de um exame de sangue ou clínico?
É com satisfação que anuncio que o Bizuário de Trânsito 2026 já está disponível.
Uma das dúvidas mais frequentes entre proprietários de veículos de carga é sobre a necessidade de alteração do documento ao instalar uma capota.
Muitos condutores ainda partem da premissa de que a recusa ao teste do etilômetro é, invariavelmente, a estratégia jurídica mais segura durante uma fiscalização de trânsito. No entanto, a prática demonstra que essa decisão, muitas vezes baseada em mitos, pode agravar significativamente a situação do motorista.
Introdução: O Desconforto da Multa
É com grata satisfação que anuncio que o Bizuário 2026, nos formatos Ebook PDF e aplicativo para Android e iOS, já está quase concluído, com previsão de publicação até a metade de janeiro, como acontece todos os anos.
A fronteira entre bicicletas elétricas e equipamentos autopropelidos está cada vez mais difusa, gerando incertezas tanto para proprietários quanto para a fiscalização de trânsito.
Você já se perguntou qual é o critério exato para definir o limite de 32 km/h para os veículos autopropelidos e de 50 km/h para os ciclomotores?









