O que é o Bizuário

O Bizuário é um manual de fiscalização de trânsito, disponível em formato impresso, ebook (livro eletrônico) ou como aplicativo para Android e iOS. Consiste em um conjunto de "bizus" (dicas) sobre as infrações de trânsito e seus desdobramentos criminais, além de possuir capítulos específicos sobre a fiscalização de peso, alcoolemia, identificação veicular, produtos perigosos, entre outros. O Bizuário foi pensado para servir de guia aos policiais e demais profissionais ligados ao trânsito, fazendo uma síntese dos aspectos práticos das normas de trânsito em vigor no país, tornando o trabalho muito mais fácil e efetivo.

Público Alvo

O conteúdo é destinado a policiais militares, policiais rodoviários federais e estaduais, agentes municipais, e todos aqueles profissionais que atuam ligados à fiscalização de trânsito, seja URBANA ou RODOVIÁRIA.

O Autor

Marcelo Dullius Saturnino, nascido em 1974, policial rodoviário federal ingresso na turma de 2002. Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) e ex-praça do Corpo de Fuzileiros Navais, onde serviu entre os anos de 1994 e 2002.

Desde sua entrada em exercício na Polícia Rodoviária Federal, sempre atuou ligado diretamente à pista, tendo trabalhado entre 2003 e 2011 na região da fronteira com o Uruguai, integrando as equipes de ronda, incluídos dois anos como Chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização da 11ª Delegacia em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul.

Em 2011 passou a fazer parte da equipe da Seção de Policiamento e Fiscalização da 9ª Superintendência Regional da PRF, em Porto Alegre, além de integrar o corpo de instrutores da PRF, na disciplina de "Fiscalização de Trânsito".

Atualmente, é Chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização da 3ª Delegacia em Osório, no mesmo estado, além de membro da Câmara Temática de Engenharia de Tráfego, Sinalização e da Via, do CONTRAN.

Histórico do Projeto

Em fevereiro de 2003 entrei em exercício na PRF, inicialmente lotado na 11ª Delegacia em Santana do Livramento/RS.

Ao chegar, além das informações básicas repassadas pelo Chefe da Delegacia, recebemos uma fotocópia da "Tabela de Infrações com 5º Dígito". A tabela mostrou-se útil em um primeiro momento. Porém, conforme os plantões iam se sucedendo, comecei a notar que o tempo passado no curso de formação não foi suficiente para contemplar todas as situações existentes no dia a dia. Foi então que tomei a iniciativa de "anotar" na tal tabela alguns "bizus" que ia recolhendo, seja dos colegas mais antigos como dos próprios “erros” e “acertos”. Tal tabela deu origem ao primeiro esboço do que seria o Bizuário 1.0.

Com o tempo, o Bizuário acabou se difundindo dentro da própria Delegacia, como substituto da tabela de infrações.

A partir de 2004/2005, com a chegada das turmas do concurso de 2003 e as consequentes remoções dos colegas mais antigos para vários estados do Brasil, o Bizuário foi se difundindo. Nessa época, a versão corrente já era a 1.4, mais rica em detalhes que as anteriores.

Até 2007, o Bizuário podia ser reproduzido livremente. A última versão desta fase foi a 2.0.2.

Tendo em vista o grande número de solicitações pelo material que surgiam de toda parte e ao grande número de horas empenhadas nas pesquisas, melhorias e atualizações do texto, resolvi publicar a obra. Em outubro do mesmo ano, registrei os direitos autorais, abandonando a nomenclatura antiga e adotando uma nova, por edições.

A partir daí, passei a centralizar o envio dos exemplares, tanto em papel quanto em meio eletrônico. Hoje o manual está em sua 15ª edição (2017), sendo utilizado por integrantes de vários órgãos em praticamente todas as unidades da federação.

Direitos Autorais

O Bizuário está registrado junto ao Escritório de Direitos Autorais da Fundação BIBLIOTECA NACIONAL - Ministério da Cultura.

Como ocorre com toda obra protegida, o detentor não poderá reproduzi-la total ou parcialmente, qualquer que seja o meio, sem o consentimento por escrito do autor, conforme prevê a Lei 9.610/98.

Os exemplares do Bizuário no formato ebook, serão enviados somente a pessoas físicas, não sendo autorizada sua impressão.